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Associação Ornitológica de Barão de Cocais

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17-10-2018 18:53

 

SITE DA AOBC

 1ª ENTREVISTA DO MÊS DE MARÇO/2018

             Em continuação ao nosso quadro de entrevistas, nesta 1ª quinzena de Março de 2018 para o site da AOBC, estaremos realizando um bate papo com o criador Rafael Freire da cidade de Recife/PE, proprietário do trinca-ferro MERCENÁRIO, atual CAMPEÃO PERNAMBUCANO de 2017, pela Associação Ornitológica de Pernambuco – AOPE, na modalidade Canto-Fibra.

 

1-Rafael, como ocorreu o primeiro encontro com o trinca Mercenário? Ele é de qual região e em que época ocorreu à transferência da ave?

R:Grande amigo André e todos que fazem parte da AOBC, antes de tudo, gostaríamos de agradecer o convite e dizer que será um prazer poder compartilhar um pouco da nossa história com vocês.

A primeira vez que tive notícias do Mercenário foi em janeiro de 2013.

Os torneios de trinca ferro de fibra, tiveram início aqui em Pernambuco no final de 2010 e comecei a criar a espécie, a partir de meados de 2011. As médias eram baixas e os trincas que ganhavam as rodas finalizavam com no máximo 90 cantos. Quando aparecia algum trinca cantando um pouco acima da média, todos ficavam sabendo. Foi daí que em janeiro de 2013 apareceu um trinca, chamado Loré, ganhando todos os torneios no interior do estado, mais precisamente na região de Caruaru e cidades vizinhas.

Daí surgiu o interesse de ir olhar um desses torneios e tive o prazer de vê-lo cantar pela primeira vez em Caruaru. Nesse dia, finalizou com 154 cantos, sendo campeão.

Depois disso, passei um tempo sondando e no dia 12.03.2013 ele veio para meus cuidados, após uma visita com o amigo Edelson Correia a casa do Sr. Damião, vulgo Loré, seu ex-proprietário, na cidade de Brejo da Madre de Deus.

Gostaria só de agradecer, em memória, o Sr. Loré, que o revelou e me cedeu à responsabilidade de cuidar do Mercenário até os dias de hoje. Infelizmente sua passagem aqui no nosso plano se encerrou no dia 27.12.2013, fazendo o que gostava, passeando com seus passarinhos em uma manhã de sol. A única coisa que ele me pediu foi para eu dá todo suporte necessário para o Mercenário, fazendo tudo que estivesse no meu alcance para mantê-lo bem, que com toda certeza ele iria nos proporcionar muitas alegrias e emoções sem tamanho. Hoje vejo o quanto ele estava certo e sou grato por ter me dado essa oportunidade única, de poder cuidar e viver junto ao Mercenário.

2-O Mercenário apresentava desde o início da convivência entre vocês, as características necessárias para ser um trinca vencedor nos Torneios de fibra?

R:Gosto de trincas com características de velocidade, fibra, estilo e seriedade, mesmo sabendo da dificuldade em encontrar um pássaro com todas elas. Ele me encheu os olhos por “não pensar pra cantar”, como diz meu amigo irmão Wallace Nogueira. Sua facilidade de cantar e estilo me encantaram. De lá pra cá só tenho a agradecer por ele ter entrado em minha vida. Foi amor a primeira vista, literalmente.

3-Você realiza algum tipo de “chek up” preventivo nos seus pássaros?

R:Costumo fazer o exame parasitológico todos os anos no final de dezembro ou inicio de janeiro, logo após o encerramento do período de torneios e conforme sejam os resultados, damos inicio a tratamentos ou não. A exposição nos torneios, nas viagens e até as mudanças de clima, deixam os bichinhos bem suscetíveis a problemas. Sempre procuro observar bem como estão às fezes, os bicos, as penas, os olhos e nos primeiros sinais de alterações que fujam dos padrões normais, procuro logo identificar o motivo e tomar as medidas cabíveis no menor tempo possível.

4-Como fica o Mercenário em casa, em relação a sua moradia no dia a dia?

R:Ao longo desses 5 anos, tivemos algumas mudanças de local onde o Mercenário morava, sempre buscando o melhor para ele.

No principio, assim que veio para mim, passou praticamente as três primeiras temporadas morando na casa do amigo Edelson Correia. Lá eu tinha acesso diariamente para cuidar e dispunha de uma área só pra ele.

Na temporada seguinte, 2016, sua morada foi na minha empresa, atual casa do Cigano.

Em setembro de 2016, após minha mudança pra um apartamento maior, meu menino veio morar comigo.

Hoje ele vive num gaiolão com dimensões de 3 metros de comprimento, 50 centímetros de largura e 1 metro de altura; revezando entre o quarto dele e minha varanda. Seu comportamento é tranqüilo, canta bem durante todo o dia, diminuindo e chegando a parar na época de muda. Seu dia começa com o raiar do sol e finda com o pôr do mesmo. Procuro sempre deixar o mais sossegado possível e respeito o seu espaço dando o máximo de tranqüilidade.

5-Sabemos que você Rafael é um grande “naturalista” quanto ao que é fornecido aos seus pássaros, então, como é alimentação diária do Mercenário?

R:A alimentação dele é bem básica, sem segredos e esse é um dos assuntos que gosto de compartilhar.

* O que nunca falta em minhas gaiolas:

* Água mineral e de preferência fervida.

* Ossiba e um mix mineral de boa qualidade. Sobre o mix, uso o da Suprapet que é composto por: Calcário Calcítico, Mineral Tratado, Fosfato Bicalcico, Conchas e Ostras Moídas, Casca de Ovo, Carvão Vegetal, Argila, Aragonita, Carbonato de Cálcio, Dolomita e Suplementos Vitamínicos.

* 4 gramas de ração extrusada por dia. Uso a Nutrópica natural e durante a temporada acrescento a UniKomplet.

* Pedaços pequenos de frutas, verduras, legumes e folhas, sempre em porções que sejam consumidas em poucas horas.

Na pré temporada, procuro diminuir a oferta de alimentos, conforme seria na natureza.

Com relação a sementes, no último ano, meus bichos não fizeram uso durante a pré temporada e na temporada fornecia como atrativo 2 vezes por semana. De lá pra cá, continuei usando e na atual pré temporada, estou fornecendo 1 vez por semana.

Outro ponto é que na temporada forneço 1 vez por semana, geralmente as quartas feiras, ovo de codorna cozido ou besouro de tenébrio. Também incluo no cardápio farinhadas: Beo Patee ou a Egg Patee Morbido, que forneço 2 vezes na semana.

6-O condicionamento físico dos trincas é muito importante para um boa apresentação nas rodas, como é o seu manejo com o Mercenário neste quesito e em qual época acontece este manejo?

R:A partir de meados de maio e inicio de junho, após o período de muda de penas e bico, começo a intensificar os banhos de sol e dou início aos revôos diários. Sempre começando bem moderado e respeitando os limites dele. Tento ser bem disciplinado quanto à quantidade de revôos. Os faço sempre durante o dia, nunca à noite ou quando ele já está recolhido pra dormir. Assim sigo até 15 dias antes de começar a puxar, daí prezo pelos banhos de sol e descanso, que no meu entender são fundamentais para um excelente rendimento.

O condicionamento para roda ele tende a adquirir com a seqüência de torneios no  decorrer da temporada.

7-No dia que antecede o Torneio, como é o procedimento com o Mercenário, há algo “diferente” que você faz?

R:No sábado, tento deixar ele o mais sossegado possível. Ele tem um dia de Rei com sombra, água fresca e alimentação de costume. Desde a quinta ele fica numa gaiola menor pra não ter desgaste de vôos. As 14h costumo fornecer um pedaço pequeno de batata doce cozida no vapor e para alguns torneios, coloco 1 gota do glicopan gold na água de beber. As 16h é a hora que aproximo a Mercenária, deixo se vendo através de um buraco de aproximadamente 1 cm de diâmetro, durante 30 minutos. Depois fecho a divisória e daí para frente é só com eles.

Só mais um detalhe, quando está chegando perto do final da temporada e as temperaturas aqui no estado já estão judiando de tão altas, dou um banho às 15h de borrifador e coloco em uma gaiola a parte para ele terminar o banho em uma banheira grande.

8-Durante o Campeonato Pernambucano como foi o desempenho do Mercenário nos Torneios?

R:O campeonato e toda a temporada 2017, foi exatamente como imaginávamos. Após vir de um ano (2016), com ajustes muito agressivos no trato, controlando alimentação, deixando vir naturalmente sem recursos químicos, fazendo um verdadeiro detox pra melhorar a qualidade de vida, o Mercenário veio lindo.

Começou como já esperávamos, fazendo duas rodas teste no mês de julho, mesmo sendo válidas pelo campeonato, para dar ritmo e ir pegando condicionamento. De agosto em diante, mostrou porque leva à placa “O PAPAI CHEGOU” na gaiola, (risos).

Graças a Deus, cantou e encantou como nunca. Fizemos nossa melhor temporada, levando novamente o 1º lugar geral e o mais importante, com muito mais saúde e vitalidade.

Mesmo começando com os trabalhos de controle alimentar já visando a pré temporada, no final de outubro, tivemos algumas oscilações nos resultados finais de algumas etapas, mas como já esperávamos, seguimos rumo aos 100% de condicionamento para a temporada desse ano.

9-Em qual Etapa do Campeonato Pernambucano aconteceu à maior emoção com o Mercenário?

R:No domingo seguinte ao Festivo, dia 24.09.2017. A etapa foi válida pela 6ª do Campeonato Pernambucano AOPE 2017. Como vínhamos da longa viagem, muitas horas de carro e mudanças bruscas de temperatura, pensei que ele sentiria e não tinha nem como cobrar nada dele. Ai que me enganei, meu menino entrou lindo, me arrepiando assim que o coloquei na estaca, parece que queria mostrar a continuação do Festivo de Barão, para os amigos que ficaram aqui em Recife na torcida. Passou nos 10 minutos com 161 e ganhou a roda com 185 cantos, se portando lindo do início ao fim, alegrando os amigos e me emocionando como sempre.

Nessa mesma etapa, teve um momento bem atípico e que me deixou bem emotivo, ao ponto de escrever lembrando e se emocionando. Foi quando o amigo Alexandre, proprietário do trinca Saladino, chegou pra mim e falou que o seu filho Bruno veio pra o torneio só para ver o Mercenário cantar.

Independente das cantadas, das emoções e dos momentos vividos juntos, das amizades conquistadas e de tudo que ainda iremos viver, eles conseguem nos surpreender e emocionar das mais variadas formas, a cada dia que se passa. Os momentos são únicos, as emoções só sabem quem passa e finalizo afirmando, não é apenas um passarinho!

10-Qual foi a média de cantos do Mercenário durante o Campeonato e qual sua maior cantada?

R:Fizemos juntos na temporada, 17 rodas. Com uma média de 132 cantos nos 10 minutos e 171 na final.

A maior cantada nos 10 foi no dia 03.09.2017, passando com 170 cantos e finalizando com 209.

Na final, sua maior cantada foi no dia 15.10.2017, ele passou com 159 e finalizou com 213.

11-Qual a emoção de ser BI-CAMPEÃO PERNAMBUCANO com o Mercenário?

R:Fazer um campeonato, sempre é difícil. São muitas questões envolvidas. A sensação de dever cumprido, respeitando os adversários e realizando o que foi planejado é emocionante demais. Os sentimentos afloram a cada torneio e o somatório de todos esses momentos não tem preço. A emoção é única e fica até difícil de descrever. Só digo que vale muito a pena cada minuto dedicado a ele e se eu pudesse fazer um pedido eu só queria que ele trocasse de corpo comigo, por um minuto apenas, pra ele ter noção da emoção que ele me passa.  Obrigado Mercenário por tudo.

12-O que a dupla: Mercenário/Rafael Freire pretende fazer na Temporada de 2018?

R:Na temporada desse ano, estamos trabalhando para fazer com que ele venha ainda melhor. Está passando por uma época de muda muito bem feita em todos os sentidos. Vamos trabalhar para entrarmos bem desde o início do período de torneios, porque pretendo em meados de novembro, colocá-lo para galar e ver se conseguimos alguns herdeiros. Já temos uma boa parceria com o amigo Bruno Pinto da cidade de Limoeiro-PE. Separamos algumas fêmeas para colocá-las com ele e se Deus permitir, conseguiremos atingir nossos objetivos.

13-Em setembro de 2017, a dupla: Mercenário/Rafael percorreu 2100 km, de Recife/PE a Barão de Cocais/MG, para participarem do 6º Torneio Festivo da AOBC, conte-nos um pouco desta “odisséia” e qual a sensação de ter ganhado o 6º Torneio Festivo de Barão de Cocais?

R:Na verdade, percorremos 4.200km indo e voltando, mas posso garantir que percorreria o dobro depois de toda recepção e andamento do evento.

A idéia de participar do Festivo surgiu em 2015 quando da minha ida pra Contagem para disputarmos uma etapa do nacional daquele ano.

Tomei conhecimento do Festivo, em 2013, por intermédio do amigo Bernardo, que sempre falou bem demais da organização e de todas as confraternizações que envolvem o evento. De lá pra cá, tentei ir no ano de 2016, só que devido à época de sua realização, não conseguimos ir.

Em 2017, desde o inicio da pré temporada, que nos organizamos e Graças a Deus, tudo deu certo. Tive como maior incentivador e apoiador da causa o meu amigo, irmão e professor, Wallace Nogueira que é responsável por parte dessa conquista e pelo sucesso de hoje dos meus meninos. De última hora chamei o amigo de trabalho e parceiro na empreitada, Alef, que organizou as malas e encarou essa aventura comigo e daí pra frente foi 2.100 km de ida mais 2.100 km de volta. Saímos de Recife (30º C) na quarta feira às 5h da manhã, parando apenas pra abastecer e engolir algo. Dormimos na cidade de Vitória da Conquista - BA (12º C), onde chegamos às 22h. Na quinta feira saímos também às 5h, debaixo de muita chuva e neblina e chegamos à Pousada das Cores, no distrito de Cocais às 16h.

Após isso, foi acomodar o Mercenário e a Mercenária, deixar respirarem um arzinho mineiro e só descanso até o domingo.

Cumprida as obrigações, partimos para as confraternizações. Fomos muito bem recebidos por TODOS. Conheci vários amigos que só conhecia via rede social, revi alguns amigos de outros tempos, confraternizamos e de quebra, ainda voltamos com o 1º lugar.

A emoção não tem nem como descrever, senão seria injusto com o próprio sentimento.         

Foram momentos únicos e que pretendo repetir por todos os anos daqui pra frente.

Agradeço a todos pelo o apoio das mais diversas formas, antes, durante e após o torneio.

Quero PARABENIZAR, com letras garrafais, todos os envolvidos no 6º Festivo de Barão dos Cocais e principalmente a família AOBC, que resgataram a essência do nosso hobby, onde o que vale são: as amizades, uma boa conversa e a disputa dos nossos meninos na manhã do domingo. Foi tudo impecável e sem dúvida o MELHOR torneio que já participei.

14-Você possui 02 trincas de ponta: Mercenário e o Cigano. Como fazer para puxar os 02 ao mesmo tempo e ainda assim conseguir bons resultados, ou existe algum amigo que puxa o Cigano para você?

R:O trato é o mesmo pra os dois. Ambos são cuidados por mim. O Mercenário hoje morando comigo e o Cigano vivendo na minha empresa. Os sábados que antecedem os torneios é uma verdadeira maratona, mas a satisfação com os resultados compensa tudo.

Conto com a ajuda dos amigos que trabalham comigo, para levá-los nos domingos pela manhã e ficarem conosco até a hora de colocá-los na estaca.

Na temporada passada os amigos Marcos Jr e Alef foram quem ficaram encarregados de buscar o Cigano comigo na empresa e levar pra maioria das rodas da temporada.

15-Muitos competidores discutem sobre o tempo de duração de um Torneio de Fibra Oficial, em sua opinião qual seria o tempo ideal ou necessário para um Torneio de Fibra?

R:O tempo de duração entre 3 e 4 horas acredito que seja suficiente para uma boa exibição nivelando e revelando todo o potencial e preparo das aves competidoras. Tomando como base a média do horário citado, um torneio com 03h30min de duração pra mim é o ideal.

Creio que mais importante que o tempo de duração, seria uma discussão sobre o melhor horário para iniciar um torneio, visando o bem estar das aves que são os verdadeiros astros dos eventos. Independente de região, nenhum torneio deveria começar após as 8h nem tampouco finalizar após as 12h. Deixo esse apelo pra todos os organizadores de torneios Brasil afora.

16-Você é a favor ou contra a marcação de 01 nota nas marcações dos Trinca-Ferros e por quê?

R:Começo falando que entendo e aceito 01 nota como canto. Isso é um recurso natural da ave para tentar ser mais agressiva que seu oponente e acabar cantando mais que seu adversário na disputa territorialista.

Porém, entendendo que infelizmente nossos torneios tomaram uma proporção muito grande, envolvendo várias variáveis e que acabou sendo hobby apenas para uma minoria de participantes.

Então, sou contra 01 nota ser válida como canto nas marcações de trinca, pelo simples fato de conhecer o meio e entender que a grande maioria dos participantes não possui maturidade nem educação suficientes para manterem o bom senso e o respeito para com o próximo.

17-Rafael, você apesar de jovem, já é um grande vencedor neste nosso hobby, então, quais dicas daria aos novatos que estão iniciando nos Torneios de Fibra?

R:Eu sempre tomei como base em minha vida 03 pilares, que são eles: o amor, a paciência e o respeito. Sendo assim, acredito que o sucesso nada mais é que a conseqüência de um trabalho pautado nesses esteios.

Não busquem resultados rápidos, porque eles até podem vir, mas sumirão com a mesma velocidade que vieram. Respeitem o tempo e tentem dar o máximo de amor aos seus bichos. Tratem deles, como gostariam de ser tratados, caso vocês fossem criados por eles. Nunca exija mais do que eles possam te dar.

Entenda que seu pássaro não é uma máquina e que o mesmo tem limites. No seu entendimento possa ser que não fique satisfeito com o resultado atingido no término de um torneio, mas tenha certeza que seu amigo de pena fez tudo que estava ao seu alcance para conseguir aquele resultado. Seja grato, não economize no amor, não falte com respeito e tenha paciência necessária para saber que tudo acontece no tempo deles e não no tempo que queremos que aconteça.

18-Se pudesse definir em uma ÚNICA palavra seu amigo Mercenário, seria...........

R:FILHO.

 

Rafael, nós da AOBC, associados, amigos, visitantes e colaboradores agradecemos sua participação e também a oportunidade em conhecer um pouco do dia a dia deste grande fenômeno chamado Mercenário.

Boa sorte para essa dupla que tem muito a mostrar ainda neste nosso Brasil!!

Abraços!!

 

André Barros

Diretor Geral os Torneios de Canto da AOBC.

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